Governo do Distrito Federal
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20/10/16 às 18h53 - Atualizado em 4/01/19 às 9h18

Brasília no rumo da Nova Agenda Urbana

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Documento apresenta questõe globais

Com o encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, Habitat III, nesta quinta-feira, gestores públicos e participantes deixam o evento com a responsabilidade de alinhar o planejamento urbano das cidades com uma Nova Agenda Urbana (NAU).

Aprovada hoje, em Quito, capital do Equador que recebe a terceira edição da conferência, a Nova Agenda Urbana é um documento de 24 páginas, resultado de meses de negociações e traz 175 pontos que visam destacar o papel das cidades no futuro do desenvolvimento do planeta. O objetivo é apontar caminhos para um espaço mais resiliente e cidades mais seguras e inclusivas.

O Secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade, que participou das prévias e representou o governador de Brasília no evento, ajudou nas contribuições do documento, atuou nos debates sobre as atuais necessidades e capacidades das cidades. Além disso, também compôs mesa sobre processo participativo junto com a prefeitura de Quito em que se debateu participação e transparência ativa.

Ainda sobre a agenda do secretário, Andrade foi comentarista em uma mesa organizada pelo Metropolis, organização internacional que reúne mais 130 metrópoles, e representou o governador na rodada de debates sobre financiamento das cidades na União de Nações Sul-Americanas (Unasul), um bloco de países que atua para fortalecer as relações comerciais, culturais, políticas e sociais entre as doze nações da América do Sul.

O Habitat III encerra deixando um alerta: a necessidade de ações dos governantes e dos moradores para enfrentar problemas como as mudanças climáticas, a degradação do meio ambiente e a desigualdade social. E não é por menos: promovida a cada 20 anos desde 1976, a conferência viu a fatia da população mundial que vive em áreas urbanas sair dos então 38%, ou cerca de 1,6 bilhão de pessoas, para 55%, ou aproximadamente quatro bilhões, este ano. A perspectiva é de passar dos 60%, ou mais de cinco bilhões de pessoas, em 2030, data limite para o mundo atingir os vários objetivos do desenvolvimento sustentável estabelecidos pela própria ONU no ano passado.

Com informações de O Globo

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