Governo do Distrito Federal
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20/03/15 às 15h13 - Atualizado em 3/01/19 às 16h17

GDF debate desocupação da orla com população

Representantes do GDF apresentaram projeto de desocupação da orla do Paranoá para moradores do Lago Sul

O secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de Andrade, participou na noite desta quinta-feira (19) de reunião com representantes de moradores do Lago Sul para expor detalhes do projeto de desocupação da orla do Lago Paranoá. O encontro aconteceu na sede da Administração do Lago Sul e contou também com a presença do secretário de Meio Ambiente, André Lima, da presidente da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), Bruna Pinheiro, da presidente do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Ibram), Jane Maria Vilas Bôas, e representantes da Procuradoria Geral do Distrito Federal e da Secretaria de Segurança Pública.

Andrade e os demais representantes do governo apresentaram aos moradores detalhes sobre a primeira etapa da desocupação da orla que terá início na primeira quinzena de maio com a retirada de cercas, grades e alambrados que obstruem os acessos às margens do Lago Paranoá. O secretário esclareceu que ação atende à determinação da Justiça em uma ação civil pública promovida pelo Ministério Público.

“Trata-se de uma área pública que será desobstruída para permitir o uso público, além evidentemente, das ações de proteção ao meio ambiente, uma vez que também é uma área de preservação permanente”, esclareceu Thiago de Andrade. Segundo o secretário, após a derrubada das cercas, as áreas receberão intervenções pontuais de urbanismo e paisagismo para permitir o acesso da população à orla. Ele falou também sobre o projeto de criação de parques para preservação do meio ambiente e uso público.

O secretário explicou, ainda, que nesta primeira fase não serão feitas demolições de nenhuma edificação que esteja na área que será desobstruída. “Eventuais construções como piers, churrasqueiras e outras bem feitorias serão incorporadas à área pública e ficarão à disposição para uso público”, informou Andrade.

A presidente da Agefis destacou que até o início de maio os moradores podem solicitar a visita de topógrafos da Agência que ajudarão a demarcar as áreas das cercas e muros que terão de ser retirados. “É importante que os moradores se antecipem e peçam essa demarcação para que todos tenham a oportunidade de refazerem suas cercas nos limites permitidos e os lotes não fiquem expostos na ocasião da retirada dessas”, lembrou Bruna Pinheiro. “Não queremos deixar nenhuma casa ou instituição desprotegida, os proprietários terão prazo para adotar suas providências”, garantiu.

Thiago de Andrade esclareceu ainda que as áreas desocupadas receberão atenção especial da segurança pública, com a participação da política lacustre e da polícia ambiental. Ainda segundo o secretário, após a primeira fase da retirada das cercas terá início um Plano de Recuperação das Áreas Degradadas (Prad).

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