Governo do Distrito Federal
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28/08/13 às 20h39 - Atualizado em 3/01/19 às 14h32

Sedhab e Codhab se reúnem com direção da AMMVS para tratar da 4ª etapa do Riacho Fundo II

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Os dois órgãos cobraram explicações mais claras a entidade.

A Sedhab – Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano e a Codhab – Companhia de Desenvolvimento Habitacional, se reuniram na terça-feira (28) com a direção da Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS) e cobraram explicações sobre as possíveis irregularidades cometidas por associações e cooperativas que participam do projeto da 4ª Etapa do Riacho Fundo II.

O Secretário de Habitação, Geraldo Magela, comunicou que as explicações encaminhadas anteriormente pela entidade foram consideradas insatisfatórias. “O GDF tem todo o interesse em concluir esse projeto, porém queremos que as informações e os procedimentos sejam claros e transparentes”, disse Magela.

Magela informou ainda que governo quer que a AMMVS cumpra algumas condições para que se garanta o bom andamento do projeto e que se não forem acatadas, o GDF pode se retirar da parceria estabelecida entre os governos federal e do Distrito Federal com as entidades habitacionais. “Não é o nosso objetivo tomar tal medida, mas o governo quer garantias de que o projeto está sendo conduzido de maneira lícita”, afirmou o secretário.

Ficou acordado que a AMMVS deverá cumprir as seguintes medidas, num prazo de até 10 dias:

1. Implantar uma página na Internet que contenha todas as informações sobre o projeto 4ª Etapa do Riacho Fundo II;

2. Implantar um sistema de atendimento permanente em sua sede a fim de prestar esclarecimentos às famílias participantes do projeto;

3. Informar quais são as taxas cobradas pela AMMVS e pelas associações e cooperativas participantes, esclarecendo quais são as razões para estas cobranças;

4. Informar de que maneira ocorrem as substituições das famílias desistentes e se são ressarcidas quanto aos valores das taxas no momento de sua saída;

5. Dar publicidade à lista com os nomes das famílias participantes do projeto na Internet especificando aquelas já habilitadas, a habilitar, as que estão no cadastro reserva e as que estão em exigência junto à Codhab;

6. Criar uma ordem de classificação dessas famílias e informar a entidade a qual pertencem;

7. Esclarecer as formas e os responsáveis pela construção.